Seja Bem - Vindos!

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Avaliação



Conclusão da Interface




Texto Avaliativo “Considerações Finais”

O percurso de tornar estranho o familiar, a principio, o via como uma realidade não cabível, mesmo sendo convocada a fazer esse percurso em busca de uma possível ação educadora na cidade. E todas as vezes que eu fazia o percurso buscando esse estranhamento, foi se desconstruindo imagens que eu tinha da cidade, e possíveis portas surgindo. Com base na afirmação da Carta a Cidades Educadoras, na qual diz que toda cidade é educadora realizei o meu processo em busca de uma porta de entrada. Fiz a escolha, a APAE seria minha porta para uma possível ação, que até o momento era desconhecida e temida por mim.  Mas essa porta ficou só no pensamento e na filmagem, e por orientações da minha tutora, realizei novos trajetos me deparando com uma nova e definitiva porta de entrada para tal ação: Hotel Goiás. Aqui realizando a etnografia acompanhei a rotina do Hotel por alguns momentos, vivenciando a cultura da cidade e a própria identidade da comunidade. E dialogando com os hóspedes deste estabelecimento e na proposta de aprender na cidade e com a cidade surgiu o projeto de expor a cidade, em busca de promover informações por meio da visualidade da própria cidade. A própria comunidade apresentando sua identidade cultural, política, econômica, e religiosa através de uma prática artística, através do uso da fotografia.
O meu envolvimento no fórum durante o planejamento da proposta se deu na leitura das postagens dos colegas e mensagens dos orientadores, do que na minha participação escrita, a realização do projeto foi bastante envolvente e enriquecedor para todos os envolvidos na ação, mesmo fazendo adequações diante dos imprevistos todas as etapas foram promissoras. Uma das primeiras adequações foi no cronograma, alterando as datas da primeira e segunda etapa, no limite de tempo que extrapolou, devido ao percurso que os participantes fizeram pela cidade. Também em relação ao vídeo do artista Nando Martins, que tive que gravar na câmera fotográfica para que os participantes tivessem acesso. Ao andar pela cidade os jovens apresentaram a paisagem urbana de forma poética dando abertura a reflexão artística, entre o Belo e o Feio, o limpo e o sujo, o reconhecimento e o estranhamento, apresentando o velho e o novo. E a exposição das fotografias atingiu meu publico alvo: os hóspedes que contemplam a exposição elogiando os artistas informativos.   

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